domingo, 24 de abril de 2016

Qual a escada indicada para cada estilo de ambiente?

Saiba escolher a melhor opção de escada para sua obra

Largura, inclinação, dimensões dos degraus, entre outros fatores, são fundamentais para o conforto ergonômico

A melhor forma de decidir que tipo de escada é a mais adequada para determinada obra é reunir o máximo de informações possíveis. As dúvidas de quem está construindo são quase sempre as mesmas: quantos patamares? Qual a medida ideal de cada degrau para que a pisada fique confortável? Qual o melhor e mais bonito tipo de corrimão? Qual o modelo mais barato?

O projeto de uma escada é sempre feito em função do tipo do imóvel e da sua utilização. Assim, uma escada em uma escola infantil deve ter características diferentes das de uma escada em uma casa de praia, por exemplo. Em um local público, como um restaurante, não se deve adotar os mesmos critérios de dimensionamento para a escada principal utilizada pelos clientes e para a escada de serviço que acessa um depósito. Dessa forma, é responsabilidade do autor do projeto especificar itens como: largura, inclinação, dimensões dos degraus, posicionamento no ambiente, tipo e material dos corrimãos, entre outros, levando em conta, sempre, o usuário final da escada.

Os projetos dependem de inúmeras variáveis, dentre elas o tipo de escada, os materiais utilizados, o tamanho, o local da instalação e o acabamento entre outras coisas. Mas, segundo a empresa Só Escadas, de São Paulo, é possível construir escadas a partir de R$ 3 mil.

As principais estruturas são as de aço, madeira, ferro e concreto. Sendo que a de aço inoxidável é a mais cara e a de concreto, a mais barata. Existem também algumas que são uma mistura de vidro, granito, mármore, madeira e borracha.

Os degraus podem ser revestidos com mármore, granito, madeira, vidro etc. A escada pode ser pintada com látex, tinta acrílica, resina acrílica para concreto e outras tintas, de acordo com o ambiente onde estiver instalada.

Uma faixa de ergonomia possível e recomendável é altura de um degrau para o outro de 17 a 19 cm (espelho da escada). A largura acima de 80 cm é considerada bem confortável. E a largura da pisada indicada é a partir de 25 cm.


Diferentes formas que a escada pode ter


Modelos: Retas
Retas em "L" ou em "U": Escadas retas, quando divididas em trechos, podem assumir outras formas. Na linguagem coloquial de construtores são chamadas escadas em "L" ou em "U".

Essa denominação se refere ao formato que a escada tem quando vista em planta (de cima para baixo). Assim, uma escada em "L", nada mais é do que uma escada reta que interrompe sua subida com um patamar ou degraus em leque e reinicia em outro sentido formando a letra "L". O mesmo se aplica para escadas em "U". O formato mais comum de escada em "U" tem um trecho reto de seis ou sete degraus, um patamar com o dobro da largura da escada e um novo trecho igual no sentido contrário ao primeiro.

Modelos: Circulares
Circulares: É o formato mais suntuoso e impactante. Suas linhas e curvas, quando bem desenhadas, a transformam em uma escultura flutuante.

Fica ainda mais interessante quando se pode observá-la à distância e enxergar todo o conjunto. Em função dessas características, ela é invariavelmente especificada para locais amplos e com grande visibilidade, como lobby de hotéis, recepções de empresas e residências de alto padrão, entre outros.


Modelos: Caracol
Caracol: As escadas caracol tiveram seu uso muito difundido em função da economia de espaço que proporcionam. A falta de critério em alguns projetos e a economia de espaço sem limites, levaram a exageros. Muitas escadas sem dimensões mínimas para o usuário se movimentar foram fabricadas. Para algumas pessoas, a imagem de insegurança e desconforto está relacionada ao tipo da escada, mas, na verdade, qualquer escada pode ficar perigosa e desconfortável quando o projeto não é bom.

O diâmetro mínimo de uma escada caracol é de 1,20 m e requer um vão (recorte na laje para instalação da escada) quadrado ou redondo de 1,30 m. Esse diâmetro de escada normalmente é instalado em um local de acesso esporádico, por onde não existe a necessidade de transportar volumes. Com mais espaço disponível e a necessidade de ter um acesso melhor ao pavimento superior, o diâmetro do caracol pode e deve ser aumentado.

O vão necessário para instalação de uma escada caracol pode ser circular ou quadrado. A escada será sempre cerca de 10 centímetros menor que o espaço recortado na laje. Assim, um imóvel que tenha um vão de 150 x 150 cm receberá uma escada de diâmetro externo de 140 cm. Essa diferença é necessária para criar um espaço para passagem de mão quando o corrimão tangencia as paredes inferiores ou a espessura da laje.


Modelos: Semicaracol
Semicaracol: Trata-se da união de uma escada reta com uma escada caracol. O objetivo é associar as características positivas dos dois formatos. Normalmente o trecho em caracol está na parte inferior da escada e o trecho reto está na parte superior. Existe também a possibilidade de fazer um trecho em caracol intermediário, iniciando-se a escada com um trecho reto, fazendo-se uma curva de 180 graus com seis ou sete degraus em caracol e finalizando-se com um trecho reto na parte superior. A escada semicaracol é particularmente interessante em reformas. Com ela, é possível substituir uma escada convencional em alvenaria em "L" ou "U" sem alterar o formato do vão recortado na laje. A escada semicaracol ocupará menos espaço que sua antecessora, trará mais leveza e design ao ambiente e não implicará em reformas estruturais no imóvel.


Modelos: Santos Dumond
Santos Dumont: A escada tipo Santos Dumont é basicamente uma escada reta de inclinação acentuada. Para melhorar a ergonomia do usuário, os degraus são recortados ora à direita, ora à esquerda. Assim, apesar da inclinação, o movimento para acessar o degrau subsequente é facilitado pela reentrância do degrau anterior. Esse tipo de escada é particularmente útil em locais onde o trânsito de pessoas é pequeno ou, ainda, onde o espaço é muito restrito. Como o objetivo primeiro desse modelo é economizar espaço, a escada tipo Santos Dumont é geralmente concebida estreita, com largura não superior a 75 centímetros. Larguras entre 60 e 70 centímetros são mais comuns.


Então, se você ainda tem dúvidas ou precisa de ajuda para dimensionar ou definir o tipo de escada que irá construir, venha até o escritório de arquitetura de Fabricia Gonçalves que iremos estudar a melhor opção!

Fonte: Portal BONDE 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Como dispor e adequar altura de telas no ambiente

Olá,

Além destas dicas, o escritório de arquitetura Fabrícia Gonçalves pode orientar e acompanhar este processo levando até sua casa um profissional com equipamentos para perfurar as paredes corretamente, avaliar os materiais das paredes e viabilidade das opções.

Apresentamos abaixo uma galeria de exemplos de como pendurar (ou não) seus quadros


CERTO: Quadros atrás do sofá devem ficar centralizados e com o eixo
a uma altura de 1,60 m, porém a pelos menos 25 cm do topo do móvel


ERRADO: Quadros sem harmonia, descentralizados em relação ao centro
do sofá e alinhados pelo topo


CERTO: Os quadros estão organizados considerando a altura de 1,60 m
e alinhados pelo eixo central do quadro maior que compõe o grupo


ERRADO: Os quadros estão espalhados sem um eixo centralizador,
em alturas variadas

 
CERTO: Simpática montagem de quadros antigos, com diferentes tamanhos
e diferentes molduras. Não houve muito critério, mas a quantidade ajudou a
criar harmonia e charme nesta parede


ERRADO: Colocar um quadro sobre um espelho é de gosto duvidoso.
Neste caso, ficou brega. Além disso, os quadrinhos com fotografias à direita
poderiam estar mais baixos



CERTO: Esta é uma maneira simpática de organizar
pequenas obras sobre uma cama. A prateleira branca,
da cor da parede, foi muito bem escolhida.
Para ficar melhor, poderia estar 30 cm mais baixa



ERRADO: A montagem dos quadros sobre o sofá, ainda que de gosto muito pessoal,
não está completamente errada, mas eles poderiam estar ligeiramente mais baixos.
Já o quadro à esquerda ficou perdido e bem alto. Exemplo de como não colocar uma
obra na parede


CERTO: As duas peças de madeira estão colocadas
corretamente. O alinhamento e a altura estão perfeitos



ERRADO: O quadro e as duas esculturas africanas estão completamente equivocados.
Falta harmonia nesta parede. Além de mais altas, as obras deveriam estar agrupadas
de outra maneira, quebrando a simetria



CERTO: Excelente montagem. As molduras são lindas e dialogam
muito bem com a parede verde. Também não há problema em ter
um abajur em frente a uma obra de menor importância artística



ERRADO: Mais um exemplo de montagem alta e quadros pequenos demais para uma parede.
As três obras, assim como o aparador, deveriam estar acompanhadas de uma
ou duas peças, numa outra organização



CERTO: As duas obras maiores foram bem posicionadas. Como não há
excesso de móveis, não é um problema a obra de baixo ficar
próxima ao piso. Os quadrinhos menores, no chão, completam a cena


ERRADO: Mesmo com o pé-direito alto, o quadro deveria estar mais baixo, com o eixo a 1,70 m de altura



CERTO: A antiga foto está centralizada na lareira, em uma altura adequada



ERRADO: Dupla de quadros complemente perdida na parede, além da altura equivocada

































































































































































































































Fonte: UOL mulher CASA e DECORAÇÃO

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Como equilibrar um ambiente com uso de cores, peças e mobílias




Para garantir que sua casa seja "a sua cara", reunimos algumas informações importantes sobre os diversos ambientes de uma casa e as cores mais indicadas para cada um deles. Isto pode ser utilizado para compor o ambiente, combinando detalhes, paredes, tetos, portas e até no mobiliário.



É sempre bom lembrar que a escolha das cores para a casa é muito importante e requer um estudo detalhado de cada ambiente. As cores servem para tornar o mundo mais belo e nossas vidas mais interessantes, mas também reflete nossa personalidade e nossos desejos.


O quarto é o lugar onde passamos boa parte de nosso tempo. Por isso, a cor escolhida deve ser bem relaxante já que, quando dormimos, captamos mais facilmente as energias ao nosso redor. Cores frias como o azul ou verde acalmam as emoções e ajudam a relaxar. Cores quentes como amarelos e vermelhos, use somente em detalhes.


No quarto das crianças, o importante é que o ambiente seja simples. Evite exageros com cores e desenhos multicoloridos – eles superenergizam as crianças. Tons de rosa e pêssegos são ótimas opções para luminárias; já o azul e o verde não são recomendados. Uma dica legal é usar azul claro para pintar o teto – é uma cor que ajuda a criança a ter um sono mais repousante.


No gabinete ou sala de estudos, o ideal é o uso de cores que estimulem o raciocínio e prendam a atenção, como o creme ou verde. No piso, cores mais densas como o marrom dão sensação de estabilidade.


Não se esqueça que a cor escolhida para qualquer ambiente deve sempre estar de acordo também com o estilo e cores de móveis e estofados, além de outros elementos de decoração.


O escritório de Arquitetura Fabricia Gonçalves está à sua disposição para elaborar esse estudo, com sugestões, simulações e orientações.








Fonte: (Varejão das Tintas)





quinta-feira, 31 de março de 2016

Organizando o quarto das crianças

Móveis Temáticos
A Importância de dar uma identidade no quarto da criança:
Isso pode torná-la mais segura e organizada!


Olá,

Os pais sabem muito bem que manter o quarto das crianças arrumado é uma tarefa árdua e contínua, principalmente porque todo pai quer que a criança brinque e se divirta, que desenvolva atividades criativas e saudáveis.



Algumas regras e disciplina podem ajudar nisso, mas outra coisa muito importante é um bom PROJETO DO QUARTO, com funcionalidade e personalização.

Organizadores


Dicas simples como organizadores e nichos podem ser uma excelente solução. Móveis planejados e tematização podem tornar esse espaço um local único para a criança.



Quando a criança identifica-se com o espaço, ela passa a se sentir "dona do pedaço", e é nessa hora que os pais devem conscientiza-la dos deveres e responsabilidades com este espaço. Assim ela passará a entender a relação de respeito pelo meio em que vive.


Detalhes e nichos


A tematização do espaço é uma sugestão bem pessoal, devendo-se levar em consideração a idade da criança, o espaço e as possibilidades futuras.


Estudos apontam que esse "carinho" e "cuidados" com seu filho lhe dão mais segurança e auxiliam no auto conhecimento.


Decoração e Pintura
Se você está pensando em personalizar o quarto do seu filho, venha fazer uma consulta, conhecer algumas sugestões e soluções criativas. O escritório da Arquiteta Fabricia Gonçalves está lhe esperando com muitas ideias!


Abraço,


Organização
 
Arquiteta Fabricia Gonçalves







terça-feira, 22 de março de 2016

10 dicas para ler ANTES de comprar Pisos e Revestimentos

Cálculo de quantidade, escolha da cor, peças extras para imprevistos. Listamos os principais pontos relacionados à compra desses materiais durante uma reforma ou construção:


1. Cuidado na escolha dos modelos pelo catálogo ou pelo site. As cores e as texturas nem sempre aparecem iguais.

2. Antes de definir no orçamento as peças escolhidas, verifique se a loja ou o fabricante tem a quantidade necessária para a metragem de sua obra.

3. A quantidade de pisos e revestimentos deve ser calculada com reserva de 10% a 15% para o caso de perda por corte errado ou para futura manutenção.

4. Encomende o material com antecedência e programe a entrega dos materiais de acordo com o cronograma da obra.

5. Confira os produtos no ato da entrega para evitar peças defeituosas, quebradas ou de tom diferente.

6. Para não ter surpresas desagradáveis, verifique se as caixas dos revestimentos têm número de lote igual.

7. O consumidor tem até 90 dias para reclamar e pedir a troca de produtos danificados.

8. Somente comece a obra quando o material básico estiver comprado, recebido e checado.

9. A base na qual o revestimento será assentado deve obedecer aos padrões exigidos pelo fabricante das peças.

10. Se sobrar material, há lojas que aceitam a devolução de caixas não abertas. O valor é revertido em crédito para a compra de outras mercadorias.



Fonte: Casa e Jardim

quinta-feira, 10 de março de 2016

Qual a função do Arquiteto?

Muito além da decoração

Muitas pessoas sabem sobre a importância de um arquiteto na hora de fazer uma reforma na casa ou decorar um cômodo. O que muitos ainda não tem conhecimento é que o papel deste profissional vai muito além da estética. Ela é, na verdade, apenas um dos três pilares que sustentam a arquitetura, que só é completa com a funcionalidade e o fluxo. Mas, antes de falar desta base, que tal entender melhor a função do arquiteto?

Cabe a este profissional não apenas o papel de decoração e de projetos de interiores – apesar de muitos se especializarem nestas áreas -, mas o de projetar as edificações de forma geral. Na verdade, quando se pensa em uma construção, o primeiro profissional envolvido deve ser o arquiteto, que irá projetar levando em conta uma série de pontos e se guiará pelo tripé de que há pouco falamos. Ou seja, o que muitos atribuem ao engenheiro – que é responsável pelo cálculo e não pelo projeto propriamente dito – é na verdade papel exclusivo do arquiteto, que pode, inclusive, assinar sozinho projetos de até quatro andares, conforme a lei.

Como nasce um projeto?

O papel do arquiteto é importante não apenas pela segurança de uma obra, mas também pelo resultado final, que envolve as três bases: a estética, a funcionalidade e o fluxo. Antes de começar a pensar o que se quer, é fundamental entender qual é o objetivo da construção, quem serão as pessoas que passarão por lá no futuro – seja para morar ou trabalhar -, enfim, compreender a realidade e o contexto para definir quais são as melhores soluções.

A estética é fundamental – afinal, ela é o reflexo do que a pessoa que contrata o arquiteto deseja mostrar e, de certa forma, é até uma mostra de sua personalidade. Para chegar a um projeto com a cara do cliente, o bom profissional é aquele que assume o papel de consultor, muitas vezes deixando de lado seu gosto pessoal.

Mas de nada adianta um projeto bonito que não sirva para seus fins. É aí que entra o segundo pilar, a funcionalidade. Para fazer um projeto realmente funcional é necessário entender bem qual é o objetivo dele: é uma casa, um escritório, uma clínica? Por exemplo: uma sacada é ótima para a sala de um apartamento, mas não é nada necessária (ou recomendada) em um depósito de materiais de escritório.

Fechando a base, o fluxo leva em conta como será o dia a dia daquele imóvel depois de pronto e quem passará por ele. Mais um exemplo: em um hospital, não é por acaso que a recepção fica logo na entrada, que o pronto atendimento (que geralmente recebe casos urgentes) deve ter fácil acesso e fica logo no primeiro pavimento. Tudo isso tem um porquê e é justamente papel do arquiteto pensar nestes pontos e antecipar como será o uso para que, no futuro, cada metro quadrado seja realmente útil, agradável e preciso.

Fonte: cliquearquitetura.com.br

sexta-feira, 4 de março de 2016

Telhado Verde: Vantagens e Desvantagens

Telhado verde, terraço jardim, cobertura vegetal, ecotelhado, telhado ecológico, são vários os nomes dados para esse sistema construtivo tão utilizado pelos admiradores da arquitetura sustentável.



Apesar do tema estar em voga, não se trata de uma técnica recente, a sua prática data da época da Babilônia, com certeza você já ouviu falar nos seus famosos Jardins Suspensos. Também foram muito utilizados nos anos 20 na arquitetura moderna. O terraço jardim era um dos 5 pontos fundamentais da nova arquitetura, segundo Le Corbusier. No Brasil, o mais importante exemplo desse movimento é o Palácio Gustavo Capanema, no Rio de janeiro.

Mas você sabe quais são as vantagens e desvantagens de um telhado verde ?

10 vantagens dos telhados verdes:

1- Diminui a poluição e melhora a qualidade do ar das cidades. A vegetação absorve as substâncias tóxicas e a libera oxigênio na atmosfera.

2- Ajuda a combater o efeito de Ilhas de Calor nas grandes cidades.

3- Melhora o isolamento térmico da edificação. Protege contra as altas temperatura no verão e ajuda a manter a temperatura interna no inverno.

4- Melhora o isolamento acústico da edificação. A vegetação absorve e isola ruídos.

5- Maior retenção da água das chuvas. A vegetação auxilia na drenagem da água da chuva, reduzindo assim a necessidade de escoamento de água e de sistemas de esgoto e ainda filtra a poluição dessas águas.

6- Diminui a possibilidade de enchentes. Como retem melhor a água da chuva, o excesso não vai para as ruas.

7- Ajuda na diminuição da temperatura do micro e macro ambientes externo.

8- Reduz o consumo de energia, e melhora a eficiência energética devido à redução da temperatura no ambiente interno, diminuindo a necessidade de refrigeração.

9- Aumento da biodiversidade, atraindo pássaros, borboletas entre outros.

10- Embeleza a edificação e a cidade.

Algumas desvantagens de um telhado verde:

– Necessita uma certa manutenção para manter sua estrutura saudável e com boa aparência.
– O Investimento financeiro inicial pode ser alto.
– Restrições quanto à estrutura podem inviabilizar o sistema.
– Necessita de mão de obra especializada para instalação para evitar problemas de vazamento e infiltrações.

Mesmo com pequenas desvantagens, a relação custo e benefício compensa muito. Vale a pena investir no sistema! Agora que você já sabe quais são as vantagens e desvantagens de um telhado verde , veja exemplos e inspire-se:


Fonte: Sustentarqui.com.br