quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Importância da Iluminação nos Projetos de Arquitetura

A iluminação é um dos elementos mais importantes na arquitetura. É como se a arquitetura estivesse viva – com ‘alma’. Não só a iluminação artificial, mas, principalmente a natural.

A iluminação deve fazer parte do momento criativo do projeto; projetar espaços pensando no efeito da luz que irá transformá-lo. Sem esquecer que no decorrer do dia esta luz se modifica, e o espaço produz um diferente efeito visual.


A iluminação artificial é distinta para diferentes espaços, sejam comerciais, residenciais ou corporativos. É importante o layout luminotécnico, com a precisa especificação de lâmpadas e luminárias mais apropriadas para o uso em estudo. Lâmpadas possuem diferentes temperaturas de cor, proporcionando conforto visual para o usuário, gerando efeitos maravilhosos para os espaços internos ou externos.

Em uma área de escritórios é possível, hoje, automatizar a iluminação, para que numa mesma luminária as lâmpadas mudem sua temperatura de cor, a fim de proporcionar uma luz mais semelhante à natural, que lembre o amanhecer, o entardecer ou mesmo o anoitecer. Isso vai aumentar a produtividade do colaborador.

Hoje, o uso da iluminação dimerizável é fundamental para diminuir o consumo de energia e proporcionar cenas com a iluminação. Por exemplo, em um quarto de dormir, é importante e muito confortável.

A iluminação em áreas externas e em fachadas ou monumentos arquitetônicos ou artísticos é importante, pois faz com que o referencial urbano também seja visto e notado à noite, ao assumir um valor de maior impacto.

A luz é a linguagem da arquitetura com o ser humano, pois mexe com seus sentimentos e com o humor. Pode deixá-lo triste ou feliz, agitado ou tranqüilo.

É bastante comum, hoje, vermos a cor na luz, principalmente em área de relaxamento, como salas de banho. Interessante pontuar uma luz relaxante, com filtro azul e âmbar como cenário no circuito de iluminação de um banheiro. É surpreendente e realmente relaxa.

Podemos até dizer que "A Luz Direciona os Sentimentos"

Fonte: A+C Arquitetura

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Materiais ecológicos ou ecoprodutos. Você sabe o que é?

Ecoprodutos são todos artigos de origem artesanal ou industrializada, que sejam não-poluentes, atóxicos, benéficos ao meio ambiente e à saúde dos seres vivos, contribuindo para o desenvolvimento sustentável.

Como saber se o material/tecnologia é sustentável ou menos impactante?

Matéria-prima: é virgem ou reciclada? Como é extraída? É um recurso renovável?

Qual é o processo produtivo? Apresenta baixo consumo de energia? E de água? O processo é poluente? (ar, água, terra, som). Gera que tipo de resíduos?

O produto é poluente?

Sua instalação, manutenção gera resíduos?

Como é a logística de distribuição do produto? Consome muita energia?

E a embalagem? Possui potencial de reciclagem ou de reuso?

Possui algum tipo de certificação ( tipo ISSO 14001) ou SELO?

A soma desses fatores define como esse produto se comporta em relação ao meio ambiente.

Veja uma lista de algusn produtos que somam pontos nesse aspecto:

Luminárias de LED, sensores de presença, placas de cortiça reciclada, tijolos de solocimento, cola à base de água, madeira de demolição, bambú, produtos e tecidos em fibra de bananeira, objetos em pedra sabão...

Enfim, são muitos produtos que de alguma forma tornam o impacto ambiental suave de alguma maneira.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

São Paulo confirma 3 grandes eventos de Arquitetura em 2016

Foto: Hélvio Romero/ Estadão
Bienal Internacional de Arquitetura


Exposição Latin America in Construction: Architecture 1955-1980

Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo


Com três grandes eventos já confirmados na cidade, 2016 deverá ser o ano da arquitetura em São Paulo. Adiada do ano passado para este, a Bienal Internacional de Arquitetura, em sua 11º edição, deve abrir no mês de maio. Também vai aportar por aqui a exposição Latin America in Construction: Architecture 1955-1980, do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA). E, ainda, a cidade sedia a Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo em 2016, sob o comando dos arquitetos espanhóis Ángela García de Paredes e Ignacio García Pedrosa.

É grande a expectativa de que esses eventos, principalmente a Bienal Internacional, deixem um legado para a cidade. Espera-se que se coloque em evidência a importância do ‘projeto’ como instrumento de transformação da realidade. Logo: a Bienal vai gerar projetos.

Todos esses eventos contribuem para a própria formação dos arquitetos. É preciso frisar a importância desses espaços em que jovens arquitetos têm a oportunidade de se aproximar e conviver por alguns dias com profissionais de projeção. Tudo isso enriquece muito a nossa área.

Eventos assim fazem com que a sociedade em geral também entenda o “papel óbvio” dos arquitetos para o desenvolvimento das cidades.

Profissionais da área comemoram a agenda cheia. Estes eventos são oportunidades de discutir e difundir conceitos que afetam a qualidade do ambiente urbano e sua arquitetura, e em última análise, a qualidade de vida em nossas cidades – que, convenhamos, muito carecem dessa discussão. Uma curiosidade, aliás: na exposição do MoMA há um histórico do concurso que elegeu o projeto para o Edifício Peugeot, de Buenos Aires, vencido há mais de cinco décadas pelo escritório de Aflalo.

Brilhante a entrada da cidade de São Paulo no calendário da exposição de Arquitetura latino-americana, que tem sido muito comentada e criticada positivamente, enquanto exposta no MoMA de Nova York. As Bienais têm papel importantíssimo para os profissionais de arquitetura terem maior contato com o que tem sido projetado (e pensado) no Brasil e lá fora, material que, por vezes, só temos acesso através de revistas ou internet. Abrem-se espaços de observação, reflexão e debate, promovendo o enriquecimento da produção arquitetônica. Além do mais, estas mostras recebem grande visitação do público leigo, que poderá repensar a qualidade da arquitetura que tem sido ofertada e consumida nos últimos tempos em nossas cidades.

Fonte: ESTADÃO

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Souvenirs: Onde colocá-los???


Olá,

Vamos começar 2016 com uma dica super útil:

Férias de final de ano, todo mundo volta cheio de lembrancinhas e souvenirs, mesmo que você não tenha hábito de comprar quando viaja, é a primeira coisa que os amigos e parentes lembram de trazer para gente de presente.

Bom, cada lembrancinha dessas traz consigo um carinho e um sentimento todo especial, e não dá para enfiar numa gaveta ou caixa qualquer.

Por outro lado, nem sempre combinam com a decoração e ambientes da casa, então o que fazer?
Repare nas fotos, como aproveitar melhor os recursos dos souvenirs - que preenchem os espaços com muito charme - e dão um "up" na decoração. Peças com tons neutros, como branco, preto e cinza, ou os metálicos, que são forte tendência, se encaixam com
facilidade em qualquer decoração. Peças minimalistas, com design limpo, também são mais fáceis de harmonizar. Mas tudo depende da proposta estética do ambiente.

Sabendo da dificuldade das pessoas em adaptar ou mesmo comprar as peças que durante viagens, profissionais como arquitetos e decoradores já prestam consultorias com o objetivo de auxiliarem os clientes nessa aquisição. Essa orientação sobre qual peça deve comprar ou como deve dispor o elemento no espaço dá mais segurança ao cliente. Essa consultoria é feita muitas vezes por meio whatsapp.

De modo geral, para aproveitar melhor as compras nas viagens e evitar gastos com superfulos é necessário pesquisar antes em lojas locais que vendam souvenirs, ou nas feiras de artesanato. Existem muitas peças interessantes que às vezes, podem ser bem mais caras na cidade de origem, cuidado!

Não existe uma receita do que deve ser evitado, tudo depende da proposta para o ambiente. Há uma grande diversidade de suvenirs interessantes. Por isso, é sempre importante o acompanhamento profissional para que o ambiente não fique carregado, nem muito
temático.


Um Abraço,

Arquiteta Fabricia Gonçalves

domingo, 15 de junho de 2014

Escritório de Arquitetura Fabrícia Gonçalves

Olá,

Sinta-se em casa!

Seguindo a tendência de Home Office, e para conciliar o escritório de arquitetura com a Oficina Pequeno Pintor, veja como ficou nosso espaço destinado à arquitetura.

Aproveitando uma área livre, na área externa da casa, fizemos um espaço de trabalho totalmente integrado à casa.

Desta maneira, fica mais prático tanto trabalhar, como atender clientes, poupando deslocamento e otimizando o tempo.

Utilizamos neste projeto, detalhes na decoração que fazem a diferença.

















Espero que gostem, e desde já disponibilizamos nossas instalações para receber sua visita.





 Arquiteta Fabrícia Gonçalves
 
 
Rua 2700, nr 1074 (entre 3ª Av. e Marginal Leste)  •  Balneário Camboriú - SC
 
Tel. (47) 3367-1661 / 9136-3436

sexta-feira, 24 de agosto de 2012