quinta-feira, 31 de março de 2016

Organizando o quarto das crianças

Móveis Temáticos
A Importância de dar uma identidade no quarto da criança:
Isso pode torná-la mais segura e organizada!


Olá,

Os pais sabem muito bem que manter o quarto das crianças arrumado é uma tarefa árdua e contínua, principalmente porque todo pai quer que a criança brinque e se divirta, que desenvolva atividades criativas e saudáveis.



Algumas regras e disciplina podem ajudar nisso, mas outra coisa muito importante é um bom PROJETO DO QUARTO, com funcionalidade e personalização.

Organizadores


Dicas simples como organizadores e nichos podem ser uma excelente solução. Móveis planejados e tematização podem tornar esse espaço um local único para a criança.



Quando a criança identifica-se com o espaço, ela passa a se sentir "dona do pedaço", e é nessa hora que os pais devem conscientiza-la dos deveres e responsabilidades com este espaço. Assim ela passará a entender a relação de respeito pelo meio em que vive.


Detalhes e nichos


A tematização do espaço é uma sugestão bem pessoal, devendo-se levar em consideração a idade da criança, o espaço e as possibilidades futuras.


Estudos apontam que esse "carinho" e "cuidados" com seu filho lhe dão mais segurança e auxiliam no auto conhecimento.


Decoração e Pintura
Se você está pensando em personalizar o quarto do seu filho, venha fazer uma consulta, conhecer algumas sugestões e soluções criativas. O escritório da Arquiteta Fabricia Gonçalves está lhe esperando com muitas ideias!


Abraço,


Organização
 
Arquiteta Fabricia Gonçalves







terça-feira, 22 de março de 2016

10 dicas para ler ANTES de comprar Pisos e Revestimentos

Cálculo de quantidade, escolha da cor, peças extras para imprevistos. Listamos os principais pontos relacionados à compra desses materiais durante uma reforma ou construção:


1. Cuidado na escolha dos modelos pelo catálogo ou pelo site. As cores e as texturas nem sempre aparecem iguais.

2. Antes de definir no orçamento as peças escolhidas, verifique se a loja ou o fabricante tem a quantidade necessária para a metragem de sua obra.

3. A quantidade de pisos e revestimentos deve ser calculada com reserva de 10% a 15% para o caso de perda por corte errado ou para futura manutenção.

4. Encomende o material com antecedência e programe a entrega dos materiais de acordo com o cronograma da obra.

5. Confira os produtos no ato da entrega para evitar peças defeituosas, quebradas ou de tom diferente.

6. Para não ter surpresas desagradáveis, verifique se as caixas dos revestimentos têm número de lote igual.

7. O consumidor tem até 90 dias para reclamar e pedir a troca de produtos danificados.

8. Somente comece a obra quando o material básico estiver comprado, recebido e checado.

9. A base na qual o revestimento será assentado deve obedecer aos padrões exigidos pelo fabricante das peças.

10. Se sobrar material, há lojas que aceitam a devolução de caixas não abertas. O valor é revertido em crédito para a compra de outras mercadorias.



Fonte: Casa e Jardim

quinta-feira, 10 de março de 2016

Qual a função do Arquiteto?

Muito além da decoração

Muitas pessoas sabem sobre a importância de um arquiteto na hora de fazer uma reforma na casa ou decorar um cômodo. O que muitos ainda não tem conhecimento é que o papel deste profissional vai muito além da estética. Ela é, na verdade, apenas um dos três pilares que sustentam a arquitetura, que só é completa com a funcionalidade e o fluxo. Mas, antes de falar desta base, que tal entender melhor a função do arquiteto?

Cabe a este profissional não apenas o papel de decoração e de projetos de interiores – apesar de muitos se especializarem nestas áreas -, mas o de projetar as edificações de forma geral. Na verdade, quando se pensa em uma construção, o primeiro profissional envolvido deve ser o arquiteto, que irá projetar levando em conta uma série de pontos e se guiará pelo tripé de que há pouco falamos. Ou seja, o que muitos atribuem ao engenheiro – que é responsável pelo cálculo e não pelo projeto propriamente dito – é na verdade papel exclusivo do arquiteto, que pode, inclusive, assinar sozinho projetos de até quatro andares, conforme a lei.

Como nasce um projeto?

O papel do arquiteto é importante não apenas pela segurança de uma obra, mas também pelo resultado final, que envolve as três bases: a estética, a funcionalidade e o fluxo. Antes de começar a pensar o que se quer, é fundamental entender qual é o objetivo da construção, quem serão as pessoas que passarão por lá no futuro – seja para morar ou trabalhar -, enfim, compreender a realidade e o contexto para definir quais são as melhores soluções.

A estética é fundamental – afinal, ela é o reflexo do que a pessoa que contrata o arquiteto deseja mostrar e, de certa forma, é até uma mostra de sua personalidade. Para chegar a um projeto com a cara do cliente, o bom profissional é aquele que assume o papel de consultor, muitas vezes deixando de lado seu gosto pessoal.

Mas de nada adianta um projeto bonito que não sirva para seus fins. É aí que entra o segundo pilar, a funcionalidade. Para fazer um projeto realmente funcional é necessário entender bem qual é o objetivo dele: é uma casa, um escritório, uma clínica? Por exemplo: uma sacada é ótima para a sala de um apartamento, mas não é nada necessária (ou recomendada) em um depósito de materiais de escritório.

Fechando a base, o fluxo leva em conta como será o dia a dia daquele imóvel depois de pronto e quem passará por ele. Mais um exemplo: em um hospital, não é por acaso que a recepção fica logo na entrada, que o pronto atendimento (que geralmente recebe casos urgentes) deve ter fácil acesso e fica logo no primeiro pavimento. Tudo isso tem um porquê e é justamente papel do arquiteto pensar nestes pontos e antecipar como será o uso para que, no futuro, cada metro quadrado seja realmente útil, agradável e preciso.

Fonte: cliquearquitetura.com.br

sexta-feira, 4 de março de 2016

Telhado Verde: Vantagens e Desvantagens

Telhado verde, terraço jardim, cobertura vegetal, ecotelhado, telhado ecológico, são vários os nomes dados para esse sistema construtivo tão utilizado pelos admiradores da arquitetura sustentável.



Apesar do tema estar em voga, não se trata de uma técnica recente, a sua prática data da época da Babilônia, com certeza você já ouviu falar nos seus famosos Jardins Suspensos. Também foram muito utilizados nos anos 20 na arquitetura moderna. O terraço jardim era um dos 5 pontos fundamentais da nova arquitetura, segundo Le Corbusier. No Brasil, o mais importante exemplo desse movimento é o Palácio Gustavo Capanema, no Rio de janeiro.

Mas você sabe quais são as vantagens e desvantagens de um telhado verde ?

10 vantagens dos telhados verdes:

1- Diminui a poluição e melhora a qualidade do ar das cidades. A vegetação absorve as substâncias tóxicas e a libera oxigênio na atmosfera.

2- Ajuda a combater o efeito de Ilhas de Calor nas grandes cidades.

3- Melhora o isolamento térmico da edificação. Protege contra as altas temperatura no verão e ajuda a manter a temperatura interna no inverno.

4- Melhora o isolamento acústico da edificação. A vegetação absorve e isola ruídos.

5- Maior retenção da água das chuvas. A vegetação auxilia na drenagem da água da chuva, reduzindo assim a necessidade de escoamento de água e de sistemas de esgoto e ainda filtra a poluição dessas águas.

6- Diminui a possibilidade de enchentes. Como retem melhor a água da chuva, o excesso não vai para as ruas.

7- Ajuda na diminuição da temperatura do micro e macro ambientes externo.

8- Reduz o consumo de energia, e melhora a eficiência energética devido à redução da temperatura no ambiente interno, diminuindo a necessidade de refrigeração.

9- Aumento da biodiversidade, atraindo pássaros, borboletas entre outros.

10- Embeleza a edificação e a cidade.

Algumas desvantagens de um telhado verde:

– Necessita uma certa manutenção para manter sua estrutura saudável e com boa aparência.
– O Investimento financeiro inicial pode ser alto.
– Restrições quanto à estrutura podem inviabilizar o sistema.
– Necessita de mão de obra especializada para instalação para evitar problemas de vazamento e infiltrações.

Mesmo com pequenas desvantagens, a relação custo e benefício compensa muito. Vale a pena investir no sistema! Agora que você já sabe quais são as vantagens e desvantagens de um telhado verde , veja exemplos e inspire-se:


Fonte: Sustentarqui.com.br

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Importância da Iluminação nos Projetos de Arquitetura

A iluminação é um dos elementos mais importantes na arquitetura. É como se a arquitetura estivesse viva – com ‘alma’. Não só a iluminação artificial, mas, principalmente a natural.

A iluminação deve fazer parte do momento criativo do projeto; projetar espaços pensando no efeito da luz que irá transformá-lo. Sem esquecer que no decorrer do dia esta luz se modifica, e o espaço produz um diferente efeito visual.


A iluminação artificial é distinta para diferentes espaços, sejam comerciais, residenciais ou corporativos. É importante o layout luminotécnico, com a precisa especificação de lâmpadas e luminárias mais apropriadas para o uso em estudo. Lâmpadas possuem diferentes temperaturas de cor, proporcionando conforto visual para o usuário, gerando efeitos maravilhosos para os espaços internos ou externos.

Em uma área de escritórios é possível, hoje, automatizar a iluminação, para que numa mesma luminária as lâmpadas mudem sua temperatura de cor, a fim de proporcionar uma luz mais semelhante à natural, que lembre o amanhecer, o entardecer ou mesmo o anoitecer. Isso vai aumentar a produtividade do colaborador.

Hoje, o uso da iluminação dimerizável é fundamental para diminuir o consumo de energia e proporcionar cenas com a iluminação. Por exemplo, em um quarto de dormir, é importante e muito confortável.

A iluminação em áreas externas e em fachadas ou monumentos arquitetônicos ou artísticos é importante, pois faz com que o referencial urbano também seja visto e notado à noite, ao assumir um valor de maior impacto.

A luz é a linguagem da arquitetura com o ser humano, pois mexe com seus sentimentos e com o humor. Pode deixá-lo triste ou feliz, agitado ou tranqüilo.

É bastante comum, hoje, vermos a cor na luz, principalmente em área de relaxamento, como salas de banho. Interessante pontuar uma luz relaxante, com filtro azul e âmbar como cenário no circuito de iluminação de um banheiro. É surpreendente e realmente relaxa.

Podemos até dizer que "A Luz Direciona os Sentimentos"

Fonte: A+C Arquitetura

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Materiais ecológicos ou ecoprodutos. Você sabe o que é?

Ecoprodutos são todos artigos de origem artesanal ou industrializada, que sejam não-poluentes, atóxicos, benéficos ao meio ambiente e à saúde dos seres vivos, contribuindo para o desenvolvimento sustentável.

Como saber se o material/tecnologia é sustentável ou menos impactante?

Matéria-prima: é virgem ou reciclada? Como é extraída? É um recurso renovável?

Qual é o processo produtivo? Apresenta baixo consumo de energia? E de água? O processo é poluente? (ar, água, terra, som). Gera que tipo de resíduos?

O produto é poluente?

Sua instalação, manutenção gera resíduos?

Como é a logística de distribuição do produto? Consome muita energia?

E a embalagem? Possui potencial de reciclagem ou de reuso?

Possui algum tipo de certificação ( tipo ISSO 14001) ou SELO?

A soma desses fatores define como esse produto se comporta em relação ao meio ambiente.

Veja uma lista de algusn produtos que somam pontos nesse aspecto:

Luminárias de LED, sensores de presença, placas de cortiça reciclada, tijolos de solocimento, cola à base de água, madeira de demolição, bambú, produtos e tecidos em fibra de bananeira, objetos em pedra sabão...

Enfim, são muitos produtos que de alguma forma tornam o impacto ambiental suave de alguma maneira.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

São Paulo confirma 3 grandes eventos de Arquitetura em 2016

Foto: Hélvio Romero/ Estadão
Bienal Internacional de Arquitetura


Exposição Latin America in Construction: Architecture 1955-1980

Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo


Com três grandes eventos já confirmados na cidade, 2016 deverá ser o ano da arquitetura em São Paulo. Adiada do ano passado para este, a Bienal Internacional de Arquitetura, em sua 11º edição, deve abrir no mês de maio. Também vai aportar por aqui a exposição Latin America in Construction: Architecture 1955-1980, do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA). E, ainda, a cidade sedia a Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo em 2016, sob o comando dos arquitetos espanhóis Ángela García de Paredes e Ignacio García Pedrosa.

É grande a expectativa de que esses eventos, principalmente a Bienal Internacional, deixem um legado para a cidade. Espera-se que se coloque em evidência a importância do ‘projeto’ como instrumento de transformação da realidade. Logo: a Bienal vai gerar projetos.

Todos esses eventos contribuem para a própria formação dos arquitetos. É preciso frisar a importância desses espaços em que jovens arquitetos têm a oportunidade de se aproximar e conviver por alguns dias com profissionais de projeção. Tudo isso enriquece muito a nossa área.

Eventos assim fazem com que a sociedade em geral também entenda o “papel óbvio” dos arquitetos para o desenvolvimento das cidades.

Profissionais da área comemoram a agenda cheia. Estes eventos são oportunidades de discutir e difundir conceitos que afetam a qualidade do ambiente urbano e sua arquitetura, e em última análise, a qualidade de vida em nossas cidades – que, convenhamos, muito carecem dessa discussão. Uma curiosidade, aliás: na exposição do MoMA há um histórico do concurso que elegeu o projeto para o Edifício Peugeot, de Buenos Aires, vencido há mais de cinco décadas pelo escritório de Aflalo.

Brilhante a entrada da cidade de São Paulo no calendário da exposição de Arquitetura latino-americana, que tem sido muito comentada e criticada positivamente, enquanto exposta no MoMA de Nova York. As Bienais têm papel importantíssimo para os profissionais de arquitetura terem maior contato com o que tem sido projetado (e pensado) no Brasil e lá fora, material que, por vezes, só temos acesso através de revistas ou internet. Abrem-se espaços de observação, reflexão e debate, promovendo o enriquecimento da produção arquitetônica. Além do mais, estas mostras recebem grande visitação do público leigo, que poderá repensar a qualidade da arquitetura que tem sido ofertada e consumida nos últimos tempos em nossas cidades.

Fonte: ESTADÃO